QUEM SOMOS? Um pouco da nossa história…
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O Colégio Portugal foi reconhecido oficialmente por Alvará de 20 de maio de 1941, sendo então denominado Colégio Pedro Álvares Cabral e autorizado para lecionar o Primário Elementar, o Liceal e o Técnico. No entanto, a sua história remonta a, pelo menos, 1938, ano em que o Colégio funcionava no Chalet Fiúza, vulgo “Castelinho” como nos é comprovado por fotos e postais da época, assim como pelo contrato de arrendamento. |
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Em 1941, alugou-se o edifício que tinha sido a residência de veraneio do Almirante Nunes da Matta, onde ainda hoje funcionam os serviços centrais do Colégio, bem como as aulas, desde o berçário ao 9º ano. |
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Em 1966, foi alugado um outro edifício, mais tarde adquirido pela actual sociedade, situado na Rua Cândido dos Reis, nº 9, o qual serve a lecionação a partir do 3º ciclo. Em 1944, por despacho ministerial de 8 de agosto, foi autorizada a mudança de propriedade do estabelecimento de ensino, bem como a mudança de denominação para Colégio Portugal que ainda hoje se mantém. |
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Em 1973 iniciou-se a coeducação (até esta data o Colégio era só para rapazes); em 1984 dá-se a mudança de proprietários, ficando como Diretor Pedagógico e Administrativo o Dr. Francisco Ruivo, cargo que ocupa até à presente data. Em abril de 2008 ocorreu nova mudança com a unificação da sociedade na pessoa do Diretor e da sua família direta. O Colégio Portugal funciona em regime de PARALELISMO PEDAGÓGICO, nos termos dos Estatutos do Ensino Particular e Cooperativo. Eis um pouco da História do nosso Colégio, que em 20 de maio de 2010 completou, pelo menos, 72 anos de existência comprovada.
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PATRONO, SÍMBOLO E DIVISA
Talvez porque a evocação do primeiro nome do colégio, Pedro Álvares Cabral, continue presente, na concepção do Símbolo do Colégio Portugal - uma CARAVELA que transporta no seu centro as nossas metas educativas: o desenvolvimento intelectual, (o livro, o teatro), o desenvolvimento físico, (o desporto), e o desenvolvimento dos valores espirituais e de cidadania, (a caravela com a flor de lis) - escolheu-se como Divisa a máxima latina Prudentes et Sapientes ut Navigantes. Assim, embora o colégio não tenha um PATRONO, o grande descobridor do Brasil e todos os navegantes ensinam-nos que, na prática pedagógica, a Prudência e a Sabedoria devem estar sempre presentes. Por outro lado, uma vez que somos Colégio Portugal, as nossas cores, presentes desde o Estandarte aos equipamentos de alunos e funcionários são, logicamente, o vermelho e o verde.
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PAREDE, terra de sol
O Colégio Portugal está situado na Vila de Parede, Concelho de Cascais, e, pela sua localização central na chamada Costa do Sol, tem uma população escolar que se estende pelo Concelho, mas também pelos Concelhos de Oeiras e Sintra. Talvez a origem deste topónimo – Parede - derive da estrutura do terreno local, rico em pedreiras de calcário onde, desde séculos recuados, se extraía a maior parte da cantaria usada em Lisboa. São do Neolítico os vestígios humanos mais antigos que se conhecem (c. 4 000 a.C.), no povoado da Parede. Até ao século XIX, as populações que aqui se foram estabelecendo, dedicaram-se à agricultura, à pesca e à exploração dos calcários macios da região, pois em 1879, o Almirante Nunes da Matta fala deste povoado como “terra de lavradores, canteiros e pescadores”.
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Nesta época, a Parede era um descampado seco e árido devido à filoxera; então encontrou no mar e no seu microclima a força para sobreviver e evoluir. Conta-se que um Judeu, sofrendo de tuberculose óssea, se instalou na praia da Parede e se curou; foi pródigo na divulgação das maravilhas do clima desta praia, tornando-a a mais apreciada da linha de Cascais. |
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Assim começou a evolução da Parede para estância de tratamento de doenças ósseas. Em 1890, o já referido Almirante Nunes da Matta resolveu comprar todos os terrenos possíveis nas “ribas do mar”, vendendo-os ou doando-os depois, como lhe convinha, a Lisboetas que escolhiam a Parede para veraneio; doou outros terrenos para arruamentos, asilos, sociedades recreativas, escolas, jardins… Construiu o seu próprio chalet em 1897, onde funciona, desde 1941, o Colégio Portugal (edifício sede). Muitos factos contribuíram para que a Parede seja hoje um dos lugares mais apetecíveis de toda a linha de Cascais: |
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Em 1897 construiu-se o Sanatório Marítimo Dr. Joaquim José de Almeida e em 1901 começa a construção do Sanatório de Sant’Ana; em 1932 o Capitão Botelho Moniz fundou o Rádio Clube da Costa do Sol, mais tarde Rádio Clube Português. As comunicações incrementaram-se com a rede viária, como a Marginal, construída em 1940 por Duarte Pacheco; a linha férrea Cais do Sodré/Cascais foi construída em 1890 já com linha dupla e eletrificada depois da 2ª Guerra Mundial, e a rede de autocarros parte ainda hoje do largo da CP para todos os pontos da freguesia. |
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Há na Parede equipamentos sócioculturais e desportivos como a Sociedade Musical União Paredense e o Parede Futebol Clube; estabelecimentos escolares públicos e privados que abarcam todos os graus de ensino; equipamentos industriais, de restauração e hoteleiros, centros comerciais, centros de saúde e clínicas privadas, bombeiros voluntários… Nas últimas décadas, a Parede transformou-se, a construção disparou e, aos poucos, desapareceu uma Parede rural e pacata de barbearias, tabernas e lugares de fruta de que a rua Capitão Leitão é o último reduto… |
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